Um poema que vale um ministro

De: Luís Filipe Castro Mendes, in A Misericórdia dos Mercados

“Nós vivemos da misericórdia dos mercados.
Não fazemos falta.
O capital regula-se a si próprio e as leis
são meras consequências lógicas dessa regulação,
tão sublime que alguns vêem nela o dedo de Deus.
Enganam-se.
Os mercados são simultaneamente o criador e a própria criação.
Nós é que não fazemos falta.”

Fonte: Macroscópio

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