Qualidade e qualidades orçamentais

“A “caranguejola” PSD-CDS que administrou o território português a favor de interesses estrangeiros (sob a bênção de um Presidente que gosta de “bons alunos” de lições erradas) esboçou vários orçamentos deficientes.

Por isso houve um rectificativo por cada um deles. Portanto, temos aí credibilidade técnica zero. 

Desse passado ideológico (que fomentou a desigualdade e a acrimónia social) também temos autoridade moral zero. Foi esse PSD-CDS quem lançou o “enorme” aumento de impostos. O vice-presidente da bancada do PSD e o ainda actual líder do CDS ferram, assim, os dentes nas suas próprias mãos com as suas críticas.

O novo orçamento não ignora as dificuldades não-resolvidas de que o passado afinal não nos libertou. Porém, pelo menos, actua já sobre problemas que estavam a acentuar-se com as importações de combustíveis e automóveis, e com a explosão de crédito ao consumo e da especulação imobiliária. Trata-se, então, do regresso do orçamento como política pública, e não como repressão do público.”

Sandro Mendonça

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