Passos, um activo tóxico na campanha de Marcelo

“Incerta como a meteorologia é ainda a presença de Paulo Portas e de Pedro Passos Coelho na campanha do candidato que escolheram apoiar para as eleições de 23 de janeiro. Para já, ainda não está nada agendado. “Só depois de eu acabar de definir a volta é que verei se faz sentido contar com a presença de dirigentes partidários”, respondeu, reiterando que a sua candidatura é independente e que só quando ela já estava lançada é que os partidos decidiram apoiá-la.

Porém, Marcelo Rebelo de Sousa deixou entender que, conforme as coisas estão, não conta com a presença de Passos Coelho na sua campanha. Depois de dizer que não tem falado com o líder do PSD (“confesso que não tem sido possível, tão ocupado tenho andado”), o candidato a Belém deixa uma interpretação das palavras do ex-primeiro-ministro que, em janeiro de 2014, disse que o partido não devia apoiar para as presidenciais um “catavento de opiniões erráticas”.” 

(Observador)

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