Narrativas da cadeia e da pós-cadeia

“Sócrates foi ao Alentejo manifestar gratidão a quem o tratou bem no EP-Évora. Talvez a generalidade das pessoas que encontrou pela frente, desde o cozinheiro ao guarda de sela.

– Se não o fizesse é que seria uma omissão estranha e gritante, reveladora dum mau carácter e mau íntimo. Foi. E ao ir revelou gratidão, memória e normalidade. Enfim, fez aquilo que qualquer homem normal faria em semelhantes condições.

– Sendo um homem-público, esse imperativo ainda se colocava com maior imperatividade e dimensão ético-moral.

– Pergunto-me se o mesmo acto seria feito pelo super-juiz, Carlos Alexandrino, ou mesmo pela ainda PGR, J. Marques Vidal, que se tem revelado um agente da justiça sem perfil nem preparação para o desempenho do cargo.

– Esticando o cenário, que é plausível, imagine-se que o PM cessante viria, doravante, a ser constituído indiciado, arguido e preso no âmbito do processo Tecnoforma (e aqui), e ficaria detido 1 ano sem culpa formada. Será que Pedro Passos Coelho – também (re)visitaria os ex-colegas de sela quando saísse da cadeia!?”

Macro

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