Pior não é possível… rua com eles
Duas “mentes brilhantes” disseram esta semana autênticas barbaridades, altamente ofensivas e lesivas do bom nome dos portugueses.
Pedro Nuno Santos, deputado do PS, disse que a dívida contraída por Portugal não deveria ser paga. Veio depois dizer com uma desculpa esfarrapada que não era aquilo que tinha dito. Mas na verdade disse e toda a gente ouviu. Perante tão grave falta de seriedade que merece este político?
Passos Coelho, primeiro ministro, disse que o desemprego dos professores resolvia-se com a emigração. Que fossem dar aulas para o Brasil e para Angola porque são países onde há uma grande carência de professores. Onde está a responsabilidade da mais alta figura do governo de Portugal?
Estamos perante duas posições de responsáveis políticos que revelam uma grave insensatez. Se o que disse Pedro Nuno Santos vale pouco, mas que não deixa de ser grave e condenável, não é a posição do partido que representa. Já quanto à ideia do primeiro ministro é muito grave e revela de uma forma indesmentível a sua falta de qualidade para continuar a desempenhar as funções de tão grande responsabilidade.
Na política gente deste calibre está a mais. Se fossem pessoas que sentissem quanto valem as palavras e o que é a vergonha pediriam desculpa a todos os portugueses.
Em ambos os casos só existe um caminho… rua com eles e já, antes que seja tarde.
Alfredo Fontinha
Explore posts in the same categories: Política
Dezembro 18, 2011 às 4:21 pm
É este um dos grandes males desta “Europa”, a qualidade dos políticos é esta desgraça que estamos a ver, e o pior quanto a mim, é que o “mal” não é só em Portugal, por toda a Europa se repararmos é a mesma miséria franciscana (sem ofensa aos franciscanos claro…).
E penso também que estamos muito “amolecidos” e que não reagimos a tempo e horas contra esta canalhada, resumindo e para terminar, para eles irem para a rua teríamos nós que vir todos para a rua exigir a sua demissão imediata… – mas não vamos, e por isso isto acontece.
(Como diz os Deolinda –
-Agora não, que falta um impresso…
-Agora não, que o meu pai não quer…
-Agora não, que há engarrafamentos…
-Vão sem mim, que eu vou lá ter…)
Bem hajam